1ª Frase
Ele procura quem lhe roubou a carteira.
1ª oração 2ª oração
Frase complexa
Sujeito: Ele
Predicado: procura
Compl. Directo: quem lhe roubou a carteira
1ª oração: subordinante
2ª oração: subordinada relativa
2ª Frase
A Maria não gosta de inglês todavia é boa aluna.
1ª oração 2ª oração
Frase complexa
Sujeito: A Maria
Predicado: não gosta
1ª oração: coordenada
2ª oração: coordenada adversativa
3ª Frase
Compras-te a revista portanto lê.
1ª oração 2ª oração
Frase complexa
Sujeito: Subentendido (tu)
Predicado: compras-te
Compl. Directo: a revista
1ª oração: coordenada
2ª oração: coordenada conclusiva
4ª Frase
Quando ficou bom tempo fui dar um passeio.
1ª oração 2ª oração
Frase complexa
Sujeito: Subentendido (eu)
Predicado: fui
1ª oração: subordinada temporal
2ª oração: subordinante
5ª Frase
Nós nem saímos, nem vimos o filme.
1ª oração 2ª oração
Frase complexa
Sujeito: Nós
Predicado: saímos
Compl. Directo: o filme
1ª oração: coordenada copulativa
2ª oração: coordenada coputativa
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
Lírica Camoniana
Poemas
Quando me quer enganar
Quando me quer enganar
Sempre a Razão vencida foi de Amor
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
Comentário: Escolhi este poema porque gostei da maneira que Camões fala tão profundamente e com tantas certezas do que é o amor.
Quando me quer enganar
Quando me quer enganar
A minha bela perjura,Pera mais me confirmarO que quer certificar,Pelos seus olhos mo jura.Como meu contentamentoTodo se rege por eles,Imagina o pensamentoQue se faz agravo a elesNão crer tão grão juramento.Porém, como em casos taisAndo já visto e corrente,Sem outros certos sinais,Quanto me ela jura mais,Tanto mais cuido que mente.Então, vendo-lhe ofenderUns tais olhos como aqueles,Deixo-me antes tudo crer,Só pela não constrangerA jurar falso por eles. Luís de Camões Comentário: Camões neste poema fala como amada o quer enganar mas ao ver os olhos dela, faz com que todas as mentiras que ela diz passem em branco, gosto do poema por isso.Sempre a Razão vencida foi de Amor
Sempre a Razão vencida foi de Amor;Mas, porque assim o pedia o coração,Quis Amor ser vencido da Razão.Ora que caso pode haver maior! Novo modo de morte e nova dor!Estranheza de grande admiração,Que perde suas forças a afeição,Por que não perca a pena o seu rigor.Pois nunca houve fraqueza no querer,Mas antes muito mais se esforça assimUm contrário com outro por vencer.Mas a Razão, que a luta vence, enfim,Não creio que é Razão; mas há-de serInclinação que eu tenho contra mim. Luís de Camões Comentário: Este poema chamou-me a atenção porque acho que a razão vence sempre quer no amor ou noutra situação qualquer.
Verdes são os camposVerdes são os campos,De cor de limão:Assim são os olhosDo meu coração.Campo, que te estendesCom verdura bela;Ovelhas, que nelaVosso pasto tendes,De ervas vos mantendesQue traz o Verão,E eu das lembrançasDo meu coração.Gados que pasceisCom contentamento,Vosso mantimentoNão no entendereis;Isso que comeisNão são ervas, não:São graças dos olhosDo meu coração. Luís de CamõesComentário: Este poema suscitou em mim interesse pelo facto de Camões destacou os olhos da amada e de os comparar ao campo.
Descalça vai para a fonteDescalça vai para a fonteLianor pela verdura;Vai fermosa, e não segura.Leva na cabeça o pote,O testo nas mãos de prata,Cinta de fina escarlata,Sainho de chamelote;Traz a vasquinha de cote,Mais branca que a neve pura.Vai fermosa e não segura.Descobre a touca a garganta,Cabelos de ouro entrançadoFita de cor de encarnado,Tão linda que o mundo espanta.Chove nela graça tanta,Que dá graça à fermosura.Vai fermosa e não segura. Luís de CamõesComentário: Gostei deste poema porque Camões realça apesar de tudo o quanto era formosa a sua amada.
Canto X
Estrofes 145 a 148
145
"Nô mais, Musa, nô mais, que a Lira tenho
Destemperada e a voz enrouquecida,
E não do canto, mas de ver que venho
Cantar a gente surda e endurecida.
O favor com que mais se acende o engenho
Não no dá a pátria, não, que está metida
No gosto da cobiça e na rudeza
Düa austera, apagada e vil tristeza."
146
"E não sei por que influxo de Destino
Não tem um ledo orgulho e geral gosto,
Que os ânimos levanta de contino
A ter pera trabalhos ledo o rosto.
Por isso vós, ó Rei, que por divino
Conselho estais no régio sólio posto,
Olhai que sois (e vede as outras gentes)
Senhor só de vassalos excelentes."
147
"Olhai que ledos vão, por várias vias,
Quais rompentes liões e bravos touros,
Dando os corpos a fomes e vigias,
A ferro, a fogo, a setas e pelouros,
A quentes regiões, a plagas frias,
A golpes de Idolátras e de Mouros,
A perigos incógnitos do mundo,
A naufrágios, a pexes, ao profundo."
148
"Por vos servir, a tudo aparelhados;
De vós tão longe, sempre obedientes;
A quaisquer vossos ásperos mandados,
Sem dar reposta, prontos e contentes.
Só com saber que são de vós olhados,
Demónios infernais, negros e ardentes,
Cometerão convosco, e não duvido
Que vencedor vos façam, não vencido."
Nestas estrofes, Camões dirige-se a Caliope, antiga musa da poesia referindo que sendo a voz enrouquecida não por contar os feitos de gente surda e endurecida mas por sentir que Portugal se encontra num estado de corrupção total em que os valores não são respeitados e que o Rei deve fazer alguma coisa para tentar modificar a situação. Acrescenta que há Fidalgos honrados que poderão ajudar o Rei a inverter a situação do país de modo a Portugal alcançar a glória que já teve noutros tempos.
145
"Nô mais, Musa, nô mais, que a Lira tenho
Destemperada e a voz enrouquecida,
E não do canto, mas de ver que venho
Cantar a gente surda e endurecida.
O favor com que mais se acende o engenho
Não no dá a pátria, não, que está metida
No gosto da cobiça e na rudeza
Düa austera, apagada e vil tristeza."
146
"E não sei por que influxo de Destino
Não tem um ledo orgulho e geral gosto,
Que os ânimos levanta de contino
A ter pera trabalhos ledo o rosto.
Por isso vós, ó Rei, que por divino
Conselho estais no régio sólio posto,
Olhai que sois (e vede as outras gentes)
Senhor só de vassalos excelentes."
147
"Olhai que ledos vão, por várias vias,
Quais rompentes liões e bravos touros,
Dando os corpos a fomes e vigias,
A ferro, a fogo, a setas e pelouros,
A quentes regiões, a plagas frias,
A golpes de Idolátras e de Mouros,
A perigos incógnitos do mundo,
A naufrágios, a pexes, ao profundo."
148
"Por vos servir, a tudo aparelhados;
De vós tão longe, sempre obedientes;
A quaisquer vossos ásperos mandados,
Sem dar reposta, prontos e contentes.
Só com saber que são de vós olhados,
Demónios infernais, negros e ardentes,
Cometerão convosco, e não duvido
Que vencedor vos façam, não vencido."
Nestas estrofes, Camões dirige-se a Caliope, antiga musa da poesia referindo que sendo a voz enrouquecida não por contar os feitos de gente surda e endurecida mas por sentir que Portugal se encontra num estado de corrupção total em que os valores não são respeitados e que o Rei deve fazer alguma coisa para tentar modificar a situação. Acrescenta que há Fidalgos honrados que poderão ajudar o Rei a inverter a situação do país de modo a Portugal alcançar a glória que já teve noutros tempos.
Canto VII
Estrofes 2, 3, 4, 5, 6 e 8
2
"Vós, ó geração de Luso, digo,
Que tão pequena parte sois no inundo;
Não digo ainda no mundo, mas no amigo
Curral de quem governa o céu rotundo;
Vós, a quem não somente algum perigo
Estorva conquistar o povo imundo,
Mas nem cobiça, ou pouca obediência
Da Madre, que nos céus está em essência;"
3
"Vós Portugueses, poucos quanto fortes,
Que o fraco poder vosso não pesais;
Vós, que à custa de vossas várias mortes
A lei da vida eterna dilatais:
Assim do céu deitadas são as sortes,
Que vós, por muito poucos que sejais,
Muito façais na santa Cristandade:
Que tanto, ó Cristo, exaltas a humildade!"
4
"Vede-los Alemães, soberbo gado,
Que por tão largos campos se apascenta,
Do sucessor de Pedro, rebelado,
Novo pastor, e nova seita inventa:
Vede-lo em feias guerras ocupado,
Que ainda com o cego error se não contenta,
Não contra o soberbíssimo Otomano,
Mas por sair do jugo soberano."
5
"Vede-lo duro Inglês, que se nomeia
Rei da velha e santíssima cidade,
Que o torpe Ismaelita senhoreia,
(Quem viu honra tão longe da verdade?)
Entre as Boreais neves se recreia,
Nova maneira faz de Cristandade:
Para os de Cristo tem a espada nua,
Não por tomar a terra que era sua"
6
"Guarda-lhe por entanto um falso Rei
A cidade Hierosólima terrestre,
Enquanto ele não guarda a santa lei
Da cidade Hierosólima celeste.
Pois de ti, Galo indigno, que direi?
Que o nome Cristianíssimo quiseste,
Não para defendê-lo, nem guardá-lo,
Mas para ser contra ele, e derrubá-lo!"
8
"Pois que direi daqueles que em delícias,
Que o vil ócio no mundo traz consigo,
Gastam as vidas, logram as divícias,
Esquecidos de seu valor antigo?
Nascem da tirania inimicícias,
Que o povo forte tem de si inimigo:
Contigo, Itália, falo, já submersa
Em Vícios mil, e de ti mesma adversa."
Camões dirige-se aos Lusitanos por, sendo um povo muito pequeno, conseguirem maior fama que Alemães, Ingleses e Italianos, pelo facto de os Lusitanos combaterem contra os inimigos da fé cristã enquanto os povos referidos combatiam contra os próprios cristãos.
Estrofes 78 e 79
78
"Um ramo na mão tinha... Mas, ó cego!
Eu, que cometo insano e temerário,
Sem vós, Ninfas do Tejo e do Mondego,
Por caminho tão árduo, longo e vário!
Vosso favor invoco, que navego
Por alto mar, com vento tão contrário,
Que, se não me ajudais, hei grande medo
Que o meu fraco batel se alague cedo."
79
"Olhai que há tanto tempo que, cantando
O vosso Tejo e os vossos Lusitanos,
A fortuna mo traz peregrinando,
Novos trabalhos vendo, e novos danos:
Agora o mar, agora experimentando
Os perigos Mavórcios inumanos,
Qual Canace, que à morte se condena,
Numa mão sempre a espada, e noutra a pena."
Camões mostra-se desanimado por aquilo que lhe está a acontecer e pede ajuda às ninfas do Tejo e do Mondego para o ajudarem a chegar a um porto seguro pois a sua vida tem sido de dificuldades apesar de ser um militar valente e um escritor excelente. ("Numa mão sempre a espada, noutra a pena".).
2
"Vós, ó geração de Luso, digo,
Que tão pequena parte sois no inundo;
Não digo ainda no mundo, mas no amigo
Curral de quem governa o céu rotundo;
Vós, a quem não somente algum perigo
Estorva conquistar o povo imundo,
Mas nem cobiça, ou pouca obediência
Da Madre, que nos céus está em essência;"
3
"Vós Portugueses, poucos quanto fortes,
Que o fraco poder vosso não pesais;
Vós, que à custa de vossas várias mortes
A lei da vida eterna dilatais:
Assim do céu deitadas são as sortes,
Que vós, por muito poucos que sejais,
Muito façais na santa Cristandade:
Que tanto, ó Cristo, exaltas a humildade!"
4
"Vede-los Alemães, soberbo gado,
Que por tão largos campos se apascenta,
Do sucessor de Pedro, rebelado,
Novo pastor, e nova seita inventa:
Vede-lo em feias guerras ocupado,
Que ainda com o cego error se não contenta,
Não contra o soberbíssimo Otomano,
Mas por sair do jugo soberano."
5
"Vede-lo duro Inglês, que se nomeia
Rei da velha e santíssima cidade,
Que o torpe Ismaelita senhoreia,
(Quem viu honra tão longe da verdade?)
Entre as Boreais neves se recreia,
Nova maneira faz de Cristandade:
Para os de Cristo tem a espada nua,
Não por tomar a terra que era sua"
6
"Guarda-lhe por entanto um falso Rei
A cidade Hierosólima terrestre,
Enquanto ele não guarda a santa lei
Da cidade Hierosólima celeste.
Pois de ti, Galo indigno, que direi?
Que o nome Cristianíssimo quiseste,
Não para defendê-lo, nem guardá-lo,
Mas para ser contra ele, e derrubá-lo!"
8
"Pois que direi daqueles que em delícias,
Que o vil ócio no mundo traz consigo,
Gastam as vidas, logram as divícias,
Esquecidos de seu valor antigo?
Nascem da tirania inimicícias,
Que o povo forte tem de si inimigo:
Contigo, Itália, falo, já submersa
Em Vícios mil, e de ti mesma adversa."
Camões dirige-se aos Lusitanos por, sendo um povo muito pequeno, conseguirem maior fama que Alemães, Ingleses e Italianos, pelo facto de os Lusitanos combaterem contra os inimigos da fé cristã enquanto os povos referidos combatiam contra os próprios cristãos.
Estrofes 78 e 79
78
"Um ramo na mão tinha... Mas, ó cego!
Eu, que cometo insano e temerário,
Sem vós, Ninfas do Tejo e do Mondego,
Por caminho tão árduo, longo e vário!
Vosso favor invoco, que navego
Por alto mar, com vento tão contrário,
Que, se não me ajudais, hei grande medo
Que o meu fraco batel se alague cedo."
79
"Olhai que há tanto tempo que, cantando
O vosso Tejo e os vossos Lusitanos,
A fortuna mo traz peregrinando,
Novos trabalhos vendo, e novos danos:
Agora o mar, agora experimentando
Os perigos Mavórcios inumanos,
Qual Canace, que à morte se condena,
Numa mão sempre a espada, e noutra a pena."
Camões mostra-se desanimado por aquilo que lhe está a acontecer e pede ajuda às ninfas do Tejo e do Mondego para o ajudarem a chegar a um porto seguro pois a sua vida tem sido de dificuldades apesar de ser um militar valente e um escritor excelente. ("Numa mão sempre a espada, noutra a pena".).
Reflexões do poeta
Estrofe 106
"No mar tanta tormenta, e tanto dano,
Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme, e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?"
Camões reflecte sobre a contradição entre aquilo que as pessoas sofrem no mar e que, em terra, são elas próprias a provocarem conflitos destruidores.
Não dá Portugal heróis como os Romanos mas também não dá aos Portugueses os defeitos que esses heróis tinham.
"No mar tanta tormenta, e tanto dano,
Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme, e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?"
Camões reflecte sobre a contradição entre aquilo que as pessoas sofrem no mar e que, em terra, são elas próprias a provocarem conflitos destruidores.
Então, Camões pergunta-se como é que os seres humanos ("bixo da terra tão pequeno") poderão encontrar um abrigo em segurança.
Estrofe 94
"Trabalha por mostrar Vasco da Gama
Que essas navegações que o mundo canta
Não merecem tamanha glória e fama
Como a sua, que o céu e a terra espanta.
Si; mas aquele Herói, que estima e ama
Com dons, mercês,. favores e honra tanta
A lira Mantuana, faz que soe
Eneias, e a Romana glória voe."
Que essas navegações que o mundo canta
Não merecem tamanha glória e fama
Como a sua, que o céu e a terra espanta.
Si; mas aquele Herói, que estima e ama
Com dons, mercês,. favores e honra tanta
A lira Mantuana, faz que soe
Eneias, e a Romana glória voe."
Vasco da Gama tenta provocar que as navegações feitas pelos Romanos e pelos Gregos não foram de modo algum superiores à sua viagem à Índia.
Estrofe 95
"Dá a terra lusitana Cipiões,
Césares, Alexandros, e dá Augustos;
Mas não lhe dá contudo aqueles dois
Cuja falta os faz duros e robustos.
Octávio, entre as maiores opressões,
Compunha versos doutos e venustos.
Não dirá Fúlvia certo que é mentira,
Quando a deixava António por Glafira."
Césares, Alexandros, e dá Augustos;
Mas não lhe dá contudo aqueles dois
Cuja falta os faz duros e robustos.
Octávio, entre as maiores opressões,
Compunha versos doutos e venustos.
Não dirá Fúlvia certo que é mentira,
Quando a deixava António por Glafira."
Estrofe 96
"Vai César, sojugando toda França,
E as armas não lhe impedem a ciência;
Mas , numa mão a pena e noutra a lança,
Igualava de Cícero a eloquência.
O que de Cipião se sabe e alcança,
É nas comédias grande experiência.
Lia Alexandro a Homero de maneira
Que sempre se lhe sabe à cabeceira."
E as armas não lhe impedem a ciência;
Mas , numa mão a pena e noutra a lança,
Igualava de Cícero a eloquência.
O que de Cipião se sabe e alcança,
É nas comédias grande experiência.
Lia Alexandro a Homero de maneira
Que sempre se lhe sabe à cabeceira."
César era uma grande militar mas era igualmente um grande escritor, caracterizado por trazer sempre numa mão a espada e na outra a pena com que escrevia.
Também Cipião ficou conhecido como militar e grande orador. Acrescentando que o imperador Alexandro tinha como livro de cabeceira a odisseia de Homero.
Nota: Ao apresentar os exemplos anteriormente referidos Camões compara-os consigo próprio para mostrar que os soldados Portugueses consideram que lhes basta serem bons militares para serem considerados heróis sem necessidade de serem homens cultos.
Funcionamento da Língua - Orações
Orações Coordenadas
Orações Subordinadas
- A oração subordinada relativa completiva é introduzida por "que" e serve de c. directo à outra oração.
- A oração subordinada relativa é introduzida por "que" e o "que" é sujeito relacionado com a oração anterior.
Tentamos substituir este "que" por "qual".
- Copulativas (e, ...)
- Adversativas (mas, ...)
- Disjuntivas (ou... ou, ...)
- Conclusivas (portanto, ...)
- Explicativas (pois, ...)
Orações Subordinadas
- Relativas (que, ...) - pronome relativo
- Completivas (que, ...) servem de compl. directo á oração anterior
- Temporais (quando, ...)
- Condicionais (se, ...)
- Concessivas (embora, ...)
- Consecutivas (tanto que, ...)
- Comparativas (como, ...)
- Finais (a fim de, ...)
- Causais (porque, ...)
- A oração subordinada relativa completiva é introduzida por "que" e serve de c. directo à outra oração.
- A oração subordinada relativa é introduzida por "que" e o "que" é sujeito relacionado com a oração anterior.
Tentamos substituir este "que" por "qual".
Funcionamento da Língua
Nomes e Adjectivos
Quando chegaram a Melinde, os portugueses foram recebidos com alegria.
1ª oração 2ª oração
alegria: Nome Abstracto
portugueses: Nome Comum
Melinde: Nome Próprio
1ª oração: subordinada temporal
2ª oração: subordinante
1ª oração 2ª oração 3ª oração
Em Melinde, existia um rei que governava pacificamente, mas em Mombassa o rei guerreava contra os povos vizinhos.
1ª oração: Subordinante
2ª oração: subordinada relativa
3ª oração: coordenada adversativa
Melinde e Mombassa: Nome próprio
rei e povos: Nome comum
O povo reagiu alegrmente á chegada dos visitantes.
Povo: Nome comum
chegada e visitantes: Nome comum
A assembleia reuniu sem a presença do presidente que se encontrava doente.
1ª oração 2ª oração
1ª oração: subordinante
2ª oração: subordinada relativa
Quando chegaram a Melinde, os portugueses foram recebidos com alegria.
1ª oração 2ª oração
alegria: Nome Abstracto
portugueses: Nome Comum
Melinde: Nome Próprio
1ª oração: subordinada temporal
2ª oração: subordinante
1ª oração 2ª oração 3ª oração
Em Melinde, existia um rei que governava pacificamente, mas em Mombassa o rei guerreava contra os povos vizinhos.
1ª oração: Subordinante
2ª oração: subordinada relativa
3ª oração: coordenada adversativa
Melinde e Mombassa: Nome próprio
rei e povos: Nome comum
O povo reagiu alegrmente á chegada dos visitantes.
Povo: Nome comum
chegada e visitantes: Nome comum
A assembleia reuniu sem a presença do presidente que se encontrava doente.
1ª oração 2ª oração
1ª oração: subordinante
2ª oração: subordinada relativa
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